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BA-245 entre Mucugê, Boninal e Seabra passará por pavimentação em 39 km

Obra reduzirá distância entre Mucugê e Seabra em 57 km; processo licitatório está em andamento com investimento previsto de R$ 46,2 milhões.

A ligação entre Mucugê, Boninal e Seabra, na Chapada Diamantina, passará em breve a ser feita por uma rodovia totalmente asfaltada. O Governo da Bahia, por meio da Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinfra), vai pavimentar os 39,3 km da BA-245, no trecho que conecta o entroncamento da BA-142, em Mucugê, ao distrito de Nova Colina, em Boninal.

O processo licitatório foi iniciado com a publicação do aviso no Diário Oficial do Estado no último sábado (16). A abertura das propostas das empresas interessadas está marcada para 3 de junho.

Com a pavimentação, a distância entre Mucugê e Seabra será reduzida em 57 km. Atualmente, o percurso é de 188 km, saindo de Mucugê pela BA-142 até o entroncamento da BR-242 e, na sequência, mais 89 km até Seabra. Com a nova rodovia, a viagem cai para 131 km, saindo de Mucugê pela BA-245 até o entroncamento da BR-242, passando por Boninal, e depois mais 18 km até Seabra.

O secretário de Infraestrutura, Saulo Pontes, destacou os ganhos da obra. “Quando estiver pronta, a obra na BA-245 facilitará o deslocamento entre as BAs 142 e 148 e diminuirá o tempo de viagem entre Mucugê e o distrito de Nova Colina de 1h para até 30 minutos”, afirmou.

Segundo Pontes, a pavimentação do trecho de Mucugê até Nova Colina corresponde à 2ª etapa da obra, com investimento previsto de R$ 46,2 milhões. A 1ª etapa, entre Nova Colina e Boninal, já foi concluída no segundo semestre de 2023.

A rodovia pavimentada beneficiará diretamente os municípios de Mucugê, Boninal, Seabra, Abaíra, Rio de Contas e Piatã. Para o turismo, também diminuirá o percurso para quem viaja até o Vale do Pati, em Mucugê. Atualmente, o motorista precisa pegar a BR-330 até o distrito de Guiné, por um trecho de revestimento primário. Com a pavimentação, a melhor opção será pegar a BA-148 até o entroncamento da BA-144 e seguir até Guiné para chegar ao Vale do Pati.

A obra também deverá impulsionar o escoamento da produção agrícola local, tornando-se um importante vetor para o desenvolvimento econômico da região da Chapada Diamantina.

Fonte: Ascom/Seinfra | Fonte: Ascom/Seinfra

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