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Confira detalhes dos resultados das Eleições 2026 nos municípios da Chapada Diamantina

O primeiro turno de 2026 foi realizado nesse domingo (4), com Jerônimo reeleito já no primeiro turno e Lula à frente na Bahia.

Neste domingo, eleitores e eleitoras da Chapada Diamantina estiveram em seus colégios eleitorais para votar nas Eleições 2026. Enquanto a disputa pela Presidência da República segue para o segundo turno no país, a Chapada Diamantina já definiu suas preferências.

Na análise dos votos válidos para presidente da República e para o Governo do Estado nos 24 municípios que compõem o território de identidade, o presidente Lula (PT) e o governador Jerônimo Rodrigues (PT), reeleito já no primeiro turno, apareceram como os favoritos do eleitorado.

Os números, levantados município a município, detalham o desempenho dos petistas e seus opositores em cada cidade e ajudam a desenhar o mapa político de uma das regiões mais emblemáticas da Bahia. Confira.

O panorama segue parecido em praticamente todas as cidades, com o atual governador Jerônimo à frente do seu principal oponente, ACM Neto (União). A única cidade em que essa ordem se inverteu foi Barra da Estiva, cujos números foram de 49,75% para o petista contra 50,16% para ACM.

Na disputa para a Presidência, os dados confirmaram que o território declarou preferência pelo atual presidente e suas propostas e ações do governo, com todos os municípios tendo votação expressiva para reeleger Lula, alguns com mais de 80% dos votos válidos. Essa tendência foi observada também nos dados gerais da Bahia, em que Lula obteve 66,17% dos votos e Flávio  28,53%.

Alguns números que se destacaram são referentes aos votos em branco, nulos e à grande soma de eleitores que não compareceram para votar. Os votos em branco para presidente na Chapada Diamantina somaram 3867, enquanto os nulos contabilizaram 9404. Os números de abstenção superaram os cinquenta mil, somando, no território 57435 eleitores que não compareceram às urnas.

A contagem dos votos está prevista na Constituição Federal de 1988, informando que “é eleito o candidato que obtiver a maioria dos votos válidos, excluídos os brancos e os nulos”.  Ou seja, os votos em branco e os nulos simplesmente não são contabilizados. Assim, mesmo quando mais da metade dos votos forem nulos, não é possível cancelar uma eleição.

Ananda Azevedo com informações de TSE | Foto: Fábio Pozzebom/Agência Brasil

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